Food Trucks Na Disney

Os food trucks vieram para ficar, prova disso é que até a Disney incluiu food trucks entre as opções de alimentação em seus parques. Os food trucks geralmente ficam numa área dos parques conhecida como Downtown, e por sua mobilidade nem sempre ficam estacionados exatamente no mesmo lugar e sim onde houver maior demanda. A Disney tem diversos restaurantes em seus parques e são especialistas em hospitalidade, portanto que eles tenham incluindo em seu mix de gastronomia é uma prova de que os food trucks são um formato de negócios viável. Nem todo mundo nos parques quer se sentar para fazer uma refeição em um restaurante e prefere curtir tudo o que a Disney tem a oferecer, mas também precisam de algo mais substancioso que as opções dos carrinhos de sorvete .

Os food trucks na Disney vem em quatro estilos correspondentes aos dos quatro parques do complexo da Disney em Orlando. O Fantasy Fare homenageia o Magic Kingdom, o World Showcase of Flavors faz referência ao Epcot, o Hollywood Studios é representado pelo Superstar Catering e por fim o Animal Kingdom toma a forma do Namaste Cafe.

O Fantasy Fare tem em seu menu clássicos da comida de festivais americanos, salsichas empanadas (corndogs), waffles e o sanduíche croque monsieur servido na Disney de Paris. O preços variam entre oito e doze dólares.

O World Showcase of Flavors tem várias opções que custam menos do que dez dólares e oferece quitutes de diferentes lugares do mundo.

No Superstar Catering o menu é repleto de sanduíches com as mais diferentes combinações de recheio e temperos, preços entre onze e doze dólares.

Já no Namaste Cafe a culinária é de inspiração asiática, com vegetais, arroz e pão sírio acompanhando algumas proteínas animais como camarão, costela de porco e frango.

Quem estiver com viagem marcada para a Disney pode se programar para prestigiar!

Fonte: Food Trucks no Brasil

Prefeitura de Londrina regulamenta o funcionamento de food trucks

O prefeito Alexandre Kireeff (PSD) assinou decreto que regulamenta o funcionamento e comercialização de alimentos e bebidas em vias públicas e particulares de Londrina, por meio de food trucks e food bikes. O Decreto nº 1.364, que disciplina as duas modalidades de comércio, foi publicado na quinta-feira (17), no Jornal Oficial do Município, edição 3.126, disponível clicando aqui.

O comércio de alimentos feito através de veículos de food trucks e food bikes poderá ocorrer em locais públicos ou privados, desde que sejam obedecidas as seguintes condições: estar devidamente licenciado para o exercício da atividade; utilizar veículo vistoriado e autorizado pela Secretaria Municipal da Saúde, possuir o Alvará de Licença de Localização e Funcionamento para a atividade de Comércio Ambulante de Alimentação, emitido pela Secretaria Municipal de Fazenda; e nos locais públicos, estar condicionado à outorga de autorização de uso do órgão competente.

Somente pessoa jurídica, devidamente constituída e licenciada no Município de Londrina, poderá desenvolver comércio de alimentos dentro de cada modalidade. Será possível vincular apenas um food truck ou um food bike a cada pessoa jurídica.

 Os interessados em regularizar seus negócios serão selecionados via Edital de Credenciamento, que será realizado pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU-LD). A Companhia também definirá o valor mínimo da autorização, entre outras atribuições.

José Cruz/Agência Brasil

De acordo com o diretor de Operações da CMTU, Fernando Porfírio, o edital, que deve ser lançado nos próximos dias, irá descrever o número de vagas por locais, os horários disponíveis, tipos de produto alimentício permitido por local, dentre outros quesitos. “Até o momento, os food trucks e food bikes estavam utilizando os estabelecimentos privados, apenas. Com a regulamentação, esse tipo de comércio terá mais visibilidade e, certamente, fomentará a categoria. Será feito o sorteio público para escolha dos locais, dias da semana, horários, periodicidade e produto a ser comercializado por ponto, conforme os critérios estabelecidos”, ressaltou.

Ainda segundo Porfírio, continua vetada a comercialização de produtos, por meio dos “food”, em posto de combustíveis, por exemplo. “A fiscalização, neste caso, é feita pela Vigilância Sanitária e pela Secretaria Municipal de Fazenda”, orientou o diretor.

Pontos

A implantação dos pontos destinados aos food trucks e food bikes levará em consideração aspectos como o porte do veículo e o local autorizado, as normas de trânsito, o fluxo seguro de pedestres e veículos, as regras de uso e ocupação do solo e as normas de acessibilidade. Um mesmo ponto poderá ser autorizado para a utilização de diferentes proprietários. Nesse caso, as pessoas autorizadas deverão trabalhar no mesmo espaço em dias ou períodos distintos.

A autorização concedida para o exercício da atividade será fiscalizada pelas autoridades dos órgãos e entidades municipais. Será admitida a participação de veículos, inseridos nas duas modalidades, de outros municípios, desde que estes comprovem, com documentos, sua regularidade no município de origem, inclusive o licenciamento sanitário.

O que é permitido

Os food trucks e food bikes poderão comercializar produto ou alimento perecível, incluindo produto alimentício “in natura”, semipreparado, industrializado ou preparado pronto para o consumo. Neste último caso, pela sua natureza ou composição, há a necessidade de condições especiais de temperatura para sua conservação como refrigeração, congelamento ou aquecimento adequados. Isso envolve bebidas e alimentos à base de leite, ovos, carne, aves e outros ingredientes.

Também poderão ser vendidos produtos ou alimentos não perecíveis, que podem ser mantidos em temperatura ambiente até seu consumo e não necessitam de condições especiais de conservação. No entanto, devem ser observadas as condições básicas de conservação e armazenamento adequadas, as características intrínsecas dos alimentos e bebidas, além do tempo de vida útil e o prazo de validade.

Em espaço de passeio público (calçada), o autorizado não poderá utilizar postes, muros, banquetas ou cadeiras, mesas, canteiros, edificações, ou qualquer outro elemento que vise ampliar os limites do veículo adaptado para o food truck e food bike, ou para realizar a exposição dos seus produtos. No entanto, a utilização desses elementos poderá ser feita em lugares como praças, parques e outros locais que não obstruam a passagem. O atendimento ao público deverá ocorrer exclusivamente no lado voltado para o passeio, sendo vedado o atendimento voltado para o lado da via.

O que não é permitido

Em vias, áreas e logradouros públicos não será autorizada a venda de bebidas alcoólicas e de produtos derivados do tabaco, nos termos da lei. Pelo decreto, fica vedada a permanência de um ou mais veículos em pátios de posto de combustíveis com o objetivo de fazer deste local ponto de comercialização.

Não serão autorizados pontos que estejam a uma distância mínima de 40 metros de outras feiras de alimentação ou turísticas promovidas pelo Município, ambulantes regularmente autorizados que comercializem congêneres ou de outros pontos de comércio gastronômico, exceto em situação de dias e horários diferenciados.

A coleta adequada e destinação final do lixo orgânico e inorgânico produzido pelas atividades dos food trucks e bikes ficará a cargo do proprietário autorizado do veículo, sendo vedado deixá-lo no ponto de estacionamento após o encerramento dos trabalhos.

Requisitos para veículos

Dentre os requisitos necessários, o veículo utilizado para Food Truck deverá possuir abastecimento próprio de água potável compatível com o volume de comercialização realizada; reservatório para acumulação de águas servidas compatível com o volume de água utilizada em bom estado de higiene e conservação; fonte própria de geração de energia; e extintor veicular conforme as normas de segurança.

Os custos com energia elétrica serão de responsabilidade do autorizado. A destinação final e adequada da água utilizada é de responsabilidade do autorizado, sendo vedado o descarte nas galerias de águas pluviais.

Já para os Food Bikes, os itens obrigatórios, conforme a Lei Federal nº 9.503, de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, são: sinalização noturna refletiva, campainha ou buzina, e espelho retrovisor. Eles poderão estacionar em calçadas, canteiros, via de pedestres, faixa ou pista e não deverão ter dimensões maiores de dois metros quadrados, observados os preceitos da legislação vigente.

Fonte: bonde.com.br

Food trucks reaproveitam alimentos que seriam desperdiçados

O desperdício de alimentos é uma preocupação mundial e muitos países jogam fora toneladas de alimentos que poderiam servir muita gente. O desperdício inclui pessoas em casa, mas também restaurantes, supermercados, feirantes e outros pontos da cadeia da industria de alimentos. Além disso, a produção desses alimentos que acabam não sendo consumidos é também custosa para o meio ambiente, pois eles precisam de água e terra para produzir e a colheita emite grandes quantidades de gás carbônico. Dois food trucks tiveram a ideia de usar esses alimentos rejeitados para fazer comida de qualidade.

Food trucks reaproveitam alimentos que seriam desperdiçados

O primeiro deles é o Xepa Truck, organizado pelo Núcleo de Food Trucks da CDL de Florianópolis. Eles pegaram alimentos que seriam descartados por motivos estéticos por redes de supermercados e montaram um cardápio variado que incluía sucos, lanches, tapiocas e muito mais com preços variando entre R$3,00 e R$20,00. O Xepa Truck esteve em Florianópolis durante a Semana Lixo Zero, uma mobilização para a conscientização da sociedade para a importância do encaminhamento correto de resíduos.

Como os produtos usados para fazer os pratos foram doados por redes de supermercados como o Hippo, Angeloni e Ceasa, parte da arrecadação do Xepa Truck será direcionada para um fundo que visa beneficiar comunidades carentes.

Já o Feed Truck juntou o útil ao agradável e decidiu usar os alimentos que seriam desperdiçados para alimentar pessoas em situação de rua. Eles já distribuíram mais de duas mil refeições parar pessoas no Rio de Janeiro e reaproveitaram uma tonelada de comida, com receitas criadas por chefs conceituados no país. Veja o vídeo:

Fonte: Food Trucks do Brasil

Dicas de temperos pelo mundo afora

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Pra você que já viu nosso vídeo sobre as dicas de Temperos, anote agora a lista completa das dicas que selecionamos de Temperos, Ervas e Especiarias:

O segredo que diferencia os vários estilos de culinária, é novamente o bom uso das ervas e dos condimentos:

1) Comida italiana – são usados o manjericão, o orégano, a salsa, o alecrim, a noz-moscada, a pimenta calabresa, e a sálvia.
2) Comida indiana – é temperada com pimenta vermelha, coentro, noz-moscada, canela, gengibre, erva-doce, cravo-da-índia.
3) Comida espanhola – os mais usados são o açafrão, a páprica, a salsa e o cominho.
4) Comida francesa – os condimentos utilizados são, a salsa, o alecrim, o noz-moscada, tomilho e o açafrão.
5) Comida húngara – é famosa por fazer muito uso da páprica, do cominho e da pimenta branca.
6) Comida mexicana – usa pimenta malagueta, o orégano, o cominho e o coentro.
7) Comida grega – usa muito hortelã e canela.

E se você ainda não teve oportunidade de assistir, clique aqui e inscreva-se para receber novidades sobre os Food Trucks, dicas ou receitas que dará muito sabor em suas comidas!

TRICICLOS, OU FOOD TUKS: UMA ALTERNATIVA AOS FOOD TRUCKS

Os food trucks já tomam conta das grandes cidades do Brasil e estão cada vez mais ganhando espaço no interior. Esta tendência no consumo da alimentação está levando a muita gente a investir em food trucks. No entanto, afetados pela crise ou simplesmente não tendo um orçamento grande para grande para começar a empreender, novos empresários estão buscando novas alternativas. Uma delas, é o caso das food bikes como já comentamos aqui no site. A bicicleta apresenta uma série de vantagens com um formato de negócio bem flexível dentro das suas limitações. Este formato porém é atraente para empreendedores com um objetivo bem específico, que querem trabalhar sozinhos e que tenham muita disposição para levá-lo – literalmente.

Para quem acha que o caminhão é muito grande, mas a bicicleta é muito pequena, há ainda uma outra alternativa: os  triciclos, ou food tuks.

O que é um tuk?

O tuktuk (entre muitos outros nomes) são aqueles ‘carros / motos triciclos’ muito populares em países como Índia, Tailândia, Indonésia, um triciclo que fica no meio do caminho entre um carro e uma moto.

tuktuk-exemplo

Food tuk X Food truck

Apesar do formato ainda não ser muito comum no Brasil, o food tuk é uma alternativa  para levar em consideração se você estiver planejando em investir em um food truck mas tem um orçamento um pouco menor.

Por conta do seu tamanho reduzido, o triciclo apresenta uma economia que pode chegar até 75% em relação ao caminhão de comida. A Motocar (única fábrica de triciclos do país) em parceria com o Bob Iser (transformador de caminhões em food trucks), mostram as duas principais diferenças entre o food truck e o food tuk:

  • Dimensões:

O food truck, com quatro rodas é consideravelmente maior que os triciclos. Normalmente os caminhões tem 13,8 m² enquanto os triciclos tem apenas mais ou menos 1/3 disso com 3,5 m².

O tamanho é um fator positivo na flexibilidade na acomodação em eventos em lugares fechados (como é o caso das bicicletas). O triciclo geralmente tem a altura de 2 metros contra os 4 metros de um caminhão de comida. Além disso também pode ser usado em

“Os triciclos por serem menores, podem garantir a presença em qualquer espaço, seja em um evento interno ou externo. Além disso, o tamanho também impacta no custo de transformação, onde ganha vantagem na hora da aquisição”, comenta Bob Iser.

  • Investimento:

O tamanho reduzido tem grande impacto no bolso. O custo do veículo e o custo da transformação cai consideravelmente. Um food truck pode começar com um valor de R$ 110 mil, variando até R$ 225 mil para uma opção mais completa. Os food tuk por sua vez, começam com um investimento muito menor: de R$ 26 mil, chegando até R$ 50 mil na versão com mais recursos.

“O custo-benefício é um fator predominante em um momento de instabilidade econômica, seguindo isso, vemos que os investimentos acontecem nos veículos com menor custo, mas que podem alcançar a produção dos maiores, isso é um poder muito forte dos triciclos” conta Carlos Araújo, diretor comercial da Motocar.

Tipos de triciclo

Hoje em dia, há dois tipos de triciclo para atuar no ramo da alimentação. Um é o MCA-200 que tem carroceria aberta, e o MCF-200 com um baú fechado. Araújo comenta que os modelos de carga são mais procurados porque tem maior adaptação de equipamentos necessários para uma cozinha móvel, como sistema de refrigeração, gás, entre outros.

No Brasil, alguns empreendedores já optaram por esse tipo de formato:

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food tuk

Fonte: Food Trucks do Brasil

De food trucks a bufê de R$ 65, Salão vira passeio gastronômico

Visitantes elogiam maior variedade nas áreas de alimentação.
Salão do Automóvel de São Paulo vai até 20 de novembro.

Bufê livre custa R$ 65 por pessoa no Salão do Automóvel (Foto: Peter Fussy/G1)

Risoto de queijo brie com crisps de parma, hambúrguer de carne angus com cheddar e chutney de cebola roxa, milk shake de churros e mascarpone de maracujá para a sobremesa. Poderia ser um menu degustação de qualquer restaurante da moda, mas é o Salão do Automóvel de São Paulo.

Além de supermáquinas e lançamentos, a feira da indústria automotiva tem neste ano uma grande variedade de food trucks da linha “gourmet”, redes conhecidas de fast food, bufê de comida por quilo e até um restaurante com taças nas mesas e bufê livre a R$ 65 por pessoa.

Os preços acompanharam “gourmetização”, mas não foram um grande problema, segundo o gerente de negócios Jair Giazzi, de 42 anos. “Eu não estou acostumado a comer em food trucks assim, mas parece que é a média. Pelo sabor, valeu a pena”, afirmou depois de comer um hambúrguer.

Veja alguns preços de comida:
Bufê livre com salada, pratos quentes e suco – R$ 65
Bufê por quilo – R$ 59,90 (kg)
Picanha grelhada com arroz, batata e salada – R$ 46,90
Penne ao limone com lascas de salmão grelhado – R$ 36
Hamburguer Angus 160 g com bebida – R$ 35
Hot-dog prensado com batata e refrigerante: R$ 27
Batatas fritas com cheddar e bacon: R$ 20
Pizza individual de muçarela: R$ 20
Açaí: R$ 10
Pipoca pequena: R$ 8

Jair Giazzi e Leandro Giazzi aprovaram a praça com food trucks (Foto: Peter Fussy/G1)

Jair Giazzi e Leandro Giazzi aprovaram a praça com food trucks (Foto: Peter Fussy/G1)

A maioria dos food trucks e restaurantes se concentram no final do pavilhão, ou seja, do lado oposto à entrada, mas há pequenas praças de alimentação e carrinhos de bebidas, cerveja, sorvete e açaí espalhados pelo São Paulo Expo.

Para o advogado Davi Teixeira, de 49 anos, a qualidade e a variedade das comidas melhoraram muito em relação às duas últimas edições do Salão, em 2012 e 2014. “Agora tem também cerveja no meio do pavilhão. É quase perfeito: tem carros, mulheres bonitas e cerveja, só faltou o rock’n roll”, brincou.

Vale lembrar que, se o visitante beber, não poderá participar da maioria dos test-drives promovidos por algumas marcas do lado de fora do centro de exposições.

A maioria exige comprovação por meio de bafômetro, e não há tolerância: qualquer 0,1 de álcool impede a experiência.

Veja preços de bebidas:
Água – R$ 5
Refrigerante – R$ 6
Cerveja – R$ 10
Milk Shake – R$ 15

Depois de décadas no Anhembi, na zona norte de São Paulo, esta é a primeira edição do Salão do Automóvel que ocorre no São Paulo Expo, na zona sul. Nos primeiros dias, visitantes questionaram a eficiência do ar-condicionado e criticaram o acesso de carro por causa do trânsito. O evento recebe o público até 20 de novembro.

Praça de alimentação reúne food trucks e fast food (Foto: Peter Fussy/G1)

Praça de alimentação reúne food trucks e fast food (Foto: Peter Fussy/G1)

Fonte: globo.com

Fazendo A Fila Andar

Seu food truck está tendo um ótimo dia e uma fila está se formando, mas cuidado! Ninguém gosta de ficar muito tempo esperando e se a fila for grande mas não parecer se mover rapidamente, muitas pessoas podem desistir de comer no seu food truck e decidir gastar seu dinheiro no concorrente. Veja aqui algumas sugestões para fazer a fila andar.

Mantenha uma pessoa cuidando dos pedidos e do caixa, além de ser mais higiênico ter a pessoa manuseando o dinheiro não participar da preparação dos alimentos, essa pessoa será responsável por manter os pedidos em ordem enquanto quem estiver na cozinha pode se concentrar em cozinhar. Evite deixar as pessoas se amontoarem na frente do seu food truck desordenadamente, mantenha uma fila reta com uma ordem clara de chegada. Também é uma boa ideia anunciar quando a próxima pessoa será atendida, todos na fila tem uma sensação de que sua vez está chegando mais rápido e mantém as pessoas atentas.

Faça com que esperar não seja muito entediante, se puder coloque uma música para quem está aguardando ou até vídeos se for possível, você pode usar essas mídias para promover seu menu e suas próximas paradas também, pode ser uma boa chance de aumentar o interesse na sobremesa especial que você preparou para aquele dia. Outra boa ideia é distribuir meus no decorrer da fila ou até colocar cartazes promovendo seus pratos, assim quando chegar a vez do cliente pedir ele já terá escolhido o que quer, o que facilita o atendimento.

Outra boa distração e oportunidade de promover sua marca é ter cartazes por perto promovendo suas mídias sociais, seu aplicativo de celular, sugerindo que os clientes respondam uma enquete em seu site ou se cadastrem em sua mailing list. Hoje todo mundo usa celulares com internet e eles são uma ótima distração para fazer o tempo passar mais rápido.
Se as coisas estão meio empacadas por causa de algum problema técnico ou simplesmente o food truck está atolado de pedidos mesmo, pode ser uma boa ideia pedir que seu funcionário mais carismático e com mais calma vá até a fila e converse com seus clientes, responda perguntas, anote sugestões e tente acalmar os ânimos. Essa pessoa tem que ter boas habilidades diplomáticas e estar preparada para lidar com algumas críticas, mas se tiver jogo de cintura pode tornar um serviço de desastroso para delicioso.

Fonte: Food Trucks no Brasil

Superando os Desafios de se ter um Food Truck

desafios food truck

Ter um food truck é uma atividade cheia de imprevistos, se um empreendedor já tem que ter jogo de cintura para lidar com os mais diferentes tipos de problemas que aparecem em seu caminho, adicione a isso uma atividade que pede que você se mova por toda a cidade e mais uma gama de complicações podem surgir em sua vida. Quando um desses problemas aparecem, podem parecer uma tragédia sem solução, mas com um pouco de calma, esforço e criatividade é possível superar os inúmeros desafios de se ter um food truck. Aqui estão alguns passos que podem te ajudar a encontrar soluções.

Se dê um tempo para surtar

Simplesmente bloquear a descarga de emoções que ocorre quando você recebe uma notícia ruim não é uma boa opção, porque essas emoções podem voltar em momentos inoportunos. Se dê alguns minutos, ou dependendo da escala do problema, até algumas horas para se preocupar, se estressar, ficar chateado(a) ou o que quer que seja que você está sentindo. Contato que você não desconte sua raiva em outras pessoas, é natural se sentir chateado quando algo ruim acontece na sua vida.

Não é prático ficar se apegando a esses sentimentos por muito tempo, se um pneu do seu food truck estourou talvez você tenha um minuto para ficar bravo e depois tenha que partir para a solução rapidamente. Talvez seja um problema fiscal e a solução pode ser mais complicada e você precise de ajuda de outros profissionais para resolver. O importante é depois de seu momento de pânico, conseguir se acalmar para ver as coisas com mais calma. É nesse momento que você segue para o próximo passo.

Avaliar a situação

Hora de transformar o mal estar que sentiu quando confrontado com a situação desagradável em motivação para resolvê-la. Respire fundo e veja qual o impacto desse problema na sua empresa, você pode começar com essas perguntas:

  • Quanto isso irá me custar?
  • Existe alguma maneira criativa de evitar esse custo? (aprendendo você mesmo a concertar, por exemplo?)
  • Eu tenho esse dinheiro no momento?
  • É algo que o seguro pode cobrir?
  • Quão acessível está o dinheiro necessário?
  • Quanto tempo irá demorar para recuperar esse custo?
  • Existe algum outro custo atrelado a esse que eu ainda não percebi? (Como ficar um dia sem funcionar?)

Uma vez que você começar a responder essas perguntas e pensar nos múltiplos cenários que surgem desse questionamento, você pode também começar a pensar no próximo passo.

Encontre soluções a curto prazo

Como tempo é precioso em um negócio tão maleável quanto um food truck, o que você pode fazer para resolver esse problema o mais rápido possível? Pagar a multa com o dinheiro de uma reserva para emergências? Oferecer um desconto para os clientes desse festival que não atraiu tanta gente assim? Pedir ajuda de um amigo advogado com seus problemas fiscais?

Pense em várias alternativas para um mesmo problema, nem sempre a primeira ideia que você tem é a melhor solução e imaginar vários cenários pode te ajudar a chegar a uma conclusão inesperada.

Mas atenção, não é porque você precisa fazer algo rápido que você partir para gambiarras e improvisos, você tem que levar em consideração os impactos futuros de suas ações e é justamente isso que irá fazer a seguir.

Considere as consequências a longo prazo

Hora de pesar se sua solução a curto prazo não acaba atrapalhando mais no futuro, ou se depois de optar por uma ação você irá ter que recuperar o que perdeu. Por exemplo, se irá usar o dinheiro do fundo de emergência, tenha em mente como e quando irá repor esse dinheiro. Se trocou serviços com outros profissional para que ele te ajudasse com algo, quais os dias e o que irá gastar para prestar seu serviço em retorno. Quanto desse desconto que você pretende dar para os clientes desse festival vai impactar no seu lucro? Essa é a parte que exige mais sangue frio por parte do empreendedor, mas não pode ser ignorada ou os resultados podem ser desastrosos e um pequeno obstáculo pode virar um problemão.

Lide com o problema e previna-se

Consideradas todas as ramificações e exaustas todas as possíveis soluções é hora de escolher um caminho e lidar com a situação finalmente. Nem sempre vai ser perfeito, vai causar algumas dores de cabeça, mas isso faz parte da aventura que é ser um dono de food truck. E com o tempo você ficará cada vez melhor ao lidar com esses obstáculos. O importante é aprender uma lição com seus problemas e descobrir maneiras de evitar que eles se repitam.

Que tal planejar manutenções preventivas em seu veículo, ao invés de correr pro mecânico quando ele quebra? Cliente cancelou no último minuto? Na próxima vez você terá incluso no contrato um valor de entrada suficiente para cobrir seus custos com matéria prima e funcionários. Encontre aquela segunda fonte de energia caso seu gerador falhe e etc.

Obstáculos são apenas oportunidades de crescimento, como empresa, como empreendedor(a), como pessoa.

Fonte: Food Trucks no Brasil

Segurança e Higiene no Food Truck

Muitas pessoas tem receio de experimentar a gastronomia de rua por achar que a higiene fica comprometida, é um esforço coletivo de todos os food trucks para desconstruir essa ideia e para isso é preciso seguir corretamente todas as regras da vigilância sanitária, protegendo assim a você, sua empresa e seus clientes.

Um dos principais motivos para comida ficar contaminada com microorganismos que não são eliminados durante o cozimento é armazenagem inapropriada, sem o espaço e nem a temperatura adequada. Além disso, todos os ingredientes devem estar sinalizados com o local de origem e a data de produção e validade. Todos os food trucks devem ter um termômetro próprio para aferição da temperatura dos alimentos. Se o food truck usa caixa térmica complementarmente a geladeira do food truck, essa caixa não pode ser feita de isopor pois este é propício para proliferação de bactérias e o gelo não pode ser caseiro, somente o industrializado pode ser utilizado. As lixeiras precisam ser abertas por pedal, para que o funcionário não precise tocar nela para abri-la.

Quanto aos funcionários preparando a comida, todos precisam ter um curso da Vigilância Sanitária de manipulação segura de alimentos. Todos os funcionários devem estar usando uniforme completo, isso é, calça, camisa e jaleco de cores claras, touca cobrindo todo o cabelo e sapatos fechados. Não é obrigatório usar luva, mas é preciso ter uma pia com água corrente e sabonete neutro para que os funcionários possam lavar as mãos com frequência, o papel toalha para secagem das mãos não pode ser reciclado. E por fim, todos os funcionários que entram e contato com o dinheiro, ou seja, os que ficam no caixa, não podem manipular os alimentos.

Os food trucks que seguirem essa prática pela segurança e higiene estarão colaborando para manter a boa imagem da gastronomia de rua como um todo, os clientes também podem observar essas regras ao decidirem se irão comprar ou não em um truck.

Fonte: Food Trucks no Brasil

Contratando Funcionários Para Seu Food Truck

Você precisa de ajuda no seu food truck, mas nunca contratou alguém e não sabe nem por onde começar. Trazer alguém para trabalhar com você pode ser uma passo assustador, é importante ter uma boa química com a pessoa para evitar conflitos, essa pessoa também irá representar sua empresa frente alguns consumidores, e por fim existe o custo financeiro de ter um funcionário. Frequentemente a folha de pagamento é um dos itens mais onerosos do custo de uma empresa e você precisa ter certeza que sua empresa consegue arcar com o valor não apenas do salário mas também dos benefícios e outros custos de impostos envolvidos com a contratação.

Esse é um ponto importante, você tem absoluta certeza que contratar um funcionário é a melhor solução para seu problema? Esse problema poderia ser resolvido terceirizando alguma outra função (como contabilidade ou marketing) para que você tenha mais tempo para dedicar o aspecto da empresa que mais precisa de sua atenção? Se você tem certeza que sim, precisa de um funcionário talvez seja importante pensar em por quanto tempo. Você precisa de um funcionário o ano todo ou é a alta temporada, ou temporada de festas que está tornando sua operação demais para sua equipe atual? Talvez você precise de alguém que trabalhe como freelance para te ajudar quando estiver em eventos particulares. Considere contratar um ajudante temporário para não sobrecarregar sua folha de pagamento.

Se depois de pesar todos esses fatores você decidir que precisa de alguém em sua equipe, você precisa ter algumas coisas definidas antes de começar a procurar por um funcionário. Quais dias e por quantas horas você precisa da ajuda do seu funcionário, considere que o dia de trabalho de um food truck começa antes do atendimento com a preparação e termina só depois que tudo estiver limpo. Por quantas dessas horas seu funcionário irá trabalhar? Calcule se esse tempo não excede as 40 horas de trabalho semanais que configuram o horário comercial e prepare-se para pagar horas extras se quiser que seu funcionário trabalhe por mais tempo que isso.

É bom ter em mente exatamente quais as funções que seu funcionário irá exercer, pois você precisará treiná-lo para essas funções. É importante manter a qualidade de atendimento, dos pratos e de higiene no seu food truck, ensine para seu novo colaborador como manter essa qualidade. Se esse funcionário for manusear alimentos, é necessário que ele tenha ou faça um curso de manipulação segura de alimentos.
Ao mesmo tempo que é natural exigir a qualidade que seus clientes esperam de seus colaboradores, é necessário ter paciência e espaço para ajuste e melhora, lembre-se que as pessoas com quem você trabalha são seres humanos e que cometem erros. A comunicação é o segredo para uma equipe feliz e que por isso consegue obter excelentes resultados quando abrem as portas de seus food trucks.

Fonte: Food Trucks no Brasil