Johnnie Walker apresenta truck de experiências

walker

O “Johnnie Walker On The Road” – é um truck, criado e construído pela MB Produções, que funciona como uma plataforma de experiências, envolvendo todo o portfólio da marca. Desde o dia 22 de novembro, em São Paulo, a marca sai às ruas com o objetivo de “inspirar o progresso”, além de oferecer ativações abertas ao público que vão desde degustações guiadas com embaixadores da marca até apresentações de Jazz com a dupla Sax on the Beach.

“Como uma marca que sempre busca dar o próximo passo, Johnnie Walker entende que os consumidores estão em busca de experiências novas em lugares não-tradicionais – o que chamamos de third spaces. Por isso, criamos o “Johnnie Walker On The Road”, um projeto desenvolvido no Brasil e pioneiro no mundo para a marca, que levará experiências até onde esse consumidor está”, conta Bruno Scaranello, head de Johnnie Walker no Brasil.

O design do caminhão foi inspirado no processo de produção do whisky, refletido nos elementos como madeira e cobre, criando um ambiente contemporâneo e lúdico. Como complemento, uma grande instalação com mais de 300 garrafas vintage foi criada para reforçar a hereditariedade da marca. A arquitetura do espaço é assinada por Luciano Dalla Marta.

Até o dia 18 de dezembro o truck estará em São Paulo e funcionará aos finais de semana, em horários pré-definidos. Clique aqui para saber mais sobre a agenda.

Fonte: Adnews

As tendências gastronômicas de 2017

Carnes vegetais, comida dos refugiados, culinária Ayurveda, chocolate amargo e aplicativo estão na previsão

Talvez você ainda não tenha decidido ainda o que irá comer hoje, mas já pode ir se preparando para o que vai ser tendência na gastronomia em 2017. Saiu a lista das dez grandes apostas de acordo com uma pesquisa de tendências do Sterling-Rice Group, que fica em Boulder, no Colorado. De acordo com Liz Moskow, diretora de gastronomia do grupo, teremos chocolate no café da manhã, sardinhas no almoço e cabras no jantar.

A sustentabilidade, a preocupação com a saúde, a vontade de descobrir sabores ainda pouco globais e retomar métodos tradicionais de cozinha vão crescer ainda mais.

Chocolate de manhã: Já é comentado que chocolate amargo é bom para a saúde. A pesquisa da universidade americana Syracuse concluiu mais: entre os benefícios está a capacidade de raciocínio, a melhora na memória e no foco. A Tel Aviv University completa: a sobremesa, quando consumida pela manhã, ajuda na perda de peso. Então, está entendido: bolo de chocolate logo de manhã.

Tofu mexido com cúrcuma, aspargos e pão sourdough – Alexander Landau

O que diz o seu dosha: tudo começou com a cúrcuma na lista de trend topics da cozinha em 2016. Os vários benefícios fizeram as pessoas a começarem a tingir suas comidas com aquele amarelo vivo clássico na Índia. Agora, é para ir além, mais precisamente na direção do seu dosha (Vata, Pitta e Kapha). No ano que vem, as pessoas vão comer de acordo com o que diz a medicina indiana Ayurveda, que define os alimentos que devem ser consumidos de acordo com cada dosha.

“Carnes” vegetais: grão-de-bico, milho, leguminosas e cogumelos tomarão o posto das carnes. Haverá o crescimento do vegetarianismo e do veganismo, mas, principalmente, o aumento de carnívoros que irão buscar alternativas à carne de todo dia. Eles irão comer carne, sim, mas em menor quantidade. Esta mudança acontecerá muito pela conscientização sobre a produção da carne, investigada por uma serie de documentários que estão sendo produzidos e assistidos.

Sem desperdício: consumidores e empresas vão reduzir o desperdício dos alimentos, reutilizando caules, cascas e tudo que tradicionalmente seria descartado. O impulso para esta mudança será a vontade de consumir com mais consciência ambiental e social. As receitas são criativas, como picles de casca de melancia, arroz de caule de couve-flor e muito mais.

Sardinhas: ela não está entre os peixes mais concorridos das peixarias e restaurantes. No entanto, por ser rica em proteínas, ômega-3 e barata isso irá mudar em 2017. Para além de Portugal, que sempre colocou a sardinha em posto de luxo, aparecerão versões modernizadas e maneiras novas de preparo deste peixe.

As conservas portuguesas de sardinha – Fabio Seixo / Agência O Globo

Noodles: será o autêntico, artesanal, feito na hora, fresquinho. Assim como acontece nos restaurantes chineses mais tradicionais. As casas vão contratar especialistas em noodles para jantares especiais, como já acontece no The Handpulled Noodle e Xian Foods em Nova York, e também no Kam Hong Garden, em Los Angeles.

Coquetes sem álcool: são chamados de mocktail e os mixologistas estarão de olho neles, com cartas especiais e misturas criativas. Ninguém mais vai precisar pedir um refrigerante ou cerveja sem alcool quando não quiser beber. Haverá uma série deles em todos os bares mais antenados.

Drinques ganharão versão sem álcool – Rodrigo Azevedo/Divulgação

Cabra: esta será a carne de 2017. Com menos gordura do que a maioria das outras (até mesmo do frango!), é rica em proteínas e leve. Se o leite de cabra já deu seu boom, agora será a vez da carne capril. Além disso, já há um movimento que considera que o caldo de osso de cabra tem propriedades mágicas para as articulações, cérebro e intestino.

Na onda dos apps: assim como Uber e Airbnb, o aplicativo EatWith conecta casa cozinheiros com pessoas famintas. Os dois marcam e o cozinheiro vai à casa do cliente preparar a refeição. A ideia é boa, só resta saber se vai pegar por aqui.

A comida dos imigrantes: os refugiados estão espalhando culturas gastronômicas pouco conhecidas por todo o mundo. Este movimento trará inúmeras fusões de sabores entre o Oriente Médio e o resto do mundo. Receitas que vão muito além do hummus e do kebab. As cozinhas estarão abertas para estes sabores.

Preparados para 2017?

Fonte: O Globo

Food Trucks Na Disney

Os food trucks vieram para ficar, prova disso é que até a Disney incluiu food trucks entre as opções de alimentação em seus parques. Os food trucks geralmente ficam numa área dos parques conhecida como Downtown, e por sua mobilidade nem sempre ficam estacionados exatamente no mesmo lugar e sim onde houver maior demanda. A Disney tem diversos restaurantes em seus parques e são especialistas em hospitalidade, portanto que eles tenham incluindo em seu mix de gastronomia é uma prova de que os food trucks são um formato de negócios viável. Nem todo mundo nos parques quer se sentar para fazer uma refeição em um restaurante e prefere curtir tudo o que a Disney tem a oferecer, mas também precisam de algo mais substancioso que as opções dos carrinhos de sorvete .

Os food trucks na Disney vem em quatro estilos correspondentes aos dos quatro parques do complexo da Disney em Orlando. O Fantasy Fare homenageia o Magic Kingdom, o World Showcase of Flavors faz referência ao Epcot, o Hollywood Studios é representado pelo Superstar Catering e por fim o Animal Kingdom toma a forma do Namaste Cafe.

O Fantasy Fare tem em seu menu clássicos da comida de festivais americanos, salsichas empanadas (corndogs), waffles e o sanduíche croque monsieur servido na Disney de Paris. O preços variam entre oito e doze dólares.

O World Showcase of Flavors tem várias opções que custam menos do que dez dólares e oferece quitutes de diferentes lugares do mundo.

No Superstar Catering o menu é repleto de sanduíches com as mais diferentes combinações de recheio e temperos, preços entre onze e doze dólares.

Já no Namaste Cafe a culinária é de inspiração asiática, com vegetais, arroz e pão sírio acompanhando algumas proteínas animais como camarão, costela de porco e frango.

Quem estiver com viagem marcada para a Disney pode se programar para prestigiar!

Fonte: Food Trucks no Brasil

Prefeitura de Londrina regulamenta o funcionamento de food trucks

O prefeito Alexandre Kireeff (PSD) assinou decreto que regulamenta o funcionamento e comercialização de alimentos e bebidas em vias públicas e particulares de Londrina, por meio de food trucks e food bikes. O Decreto nº 1.364, que disciplina as duas modalidades de comércio, foi publicado na quinta-feira (17), no Jornal Oficial do Município, edição 3.126, disponível clicando aqui.

O comércio de alimentos feito através de veículos de food trucks e food bikes poderá ocorrer em locais públicos ou privados, desde que sejam obedecidas as seguintes condições: estar devidamente licenciado para o exercício da atividade; utilizar veículo vistoriado e autorizado pela Secretaria Municipal da Saúde, possuir o Alvará de Licença de Localização e Funcionamento para a atividade de Comércio Ambulante de Alimentação, emitido pela Secretaria Municipal de Fazenda; e nos locais públicos, estar condicionado à outorga de autorização de uso do órgão competente.

Somente pessoa jurídica, devidamente constituída e licenciada no Município de Londrina, poderá desenvolver comércio de alimentos dentro de cada modalidade. Será possível vincular apenas um food truck ou um food bike a cada pessoa jurídica.

 Os interessados em regularizar seus negócios serão selecionados via Edital de Credenciamento, que será realizado pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização de Londrina (CMTU-LD). A Companhia também definirá o valor mínimo da autorização, entre outras atribuições.

José Cruz/Agência Brasil

De acordo com o diretor de Operações da CMTU, Fernando Porfírio, o edital, que deve ser lançado nos próximos dias, irá descrever o número de vagas por locais, os horários disponíveis, tipos de produto alimentício permitido por local, dentre outros quesitos. “Até o momento, os food trucks e food bikes estavam utilizando os estabelecimentos privados, apenas. Com a regulamentação, esse tipo de comércio terá mais visibilidade e, certamente, fomentará a categoria. Será feito o sorteio público para escolha dos locais, dias da semana, horários, periodicidade e produto a ser comercializado por ponto, conforme os critérios estabelecidos”, ressaltou.

Ainda segundo Porfírio, continua vetada a comercialização de produtos, por meio dos “food”, em posto de combustíveis, por exemplo. “A fiscalização, neste caso, é feita pela Vigilância Sanitária e pela Secretaria Municipal de Fazenda”, orientou o diretor.

Pontos

A implantação dos pontos destinados aos food trucks e food bikes levará em consideração aspectos como o porte do veículo e o local autorizado, as normas de trânsito, o fluxo seguro de pedestres e veículos, as regras de uso e ocupação do solo e as normas de acessibilidade. Um mesmo ponto poderá ser autorizado para a utilização de diferentes proprietários. Nesse caso, as pessoas autorizadas deverão trabalhar no mesmo espaço em dias ou períodos distintos.

A autorização concedida para o exercício da atividade será fiscalizada pelas autoridades dos órgãos e entidades municipais. Será admitida a participação de veículos, inseridos nas duas modalidades, de outros municípios, desde que estes comprovem, com documentos, sua regularidade no município de origem, inclusive o licenciamento sanitário.

O que é permitido

Os food trucks e food bikes poderão comercializar produto ou alimento perecível, incluindo produto alimentício “in natura”, semipreparado, industrializado ou preparado pronto para o consumo. Neste último caso, pela sua natureza ou composição, há a necessidade de condições especiais de temperatura para sua conservação como refrigeração, congelamento ou aquecimento adequados. Isso envolve bebidas e alimentos à base de leite, ovos, carne, aves e outros ingredientes.

Também poderão ser vendidos produtos ou alimentos não perecíveis, que podem ser mantidos em temperatura ambiente até seu consumo e não necessitam de condições especiais de conservação. No entanto, devem ser observadas as condições básicas de conservação e armazenamento adequadas, as características intrínsecas dos alimentos e bebidas, além do tempo de vida útil e o prazo de validade.

Em espaço de passeio público (calçada), o autorizado não poderá utilizar postes, muros, banquetas ou cadeiras, mesas, canteiros, edificações, ou qualquer outro elemento que vise ampliar os limites do veículo adaptado para o food truck e food bike, ou para realizar a exposição dos seus produtos. No entanto, a utilização desses elementos poderá ser feita em lugares como praças, parques e outros locais que não obstruam a passagem. O atendimento ao público deverá ocorrer exclusivamente no lado voltado para o passeio, sendo vedado o atendimento voltado para o lado da via.

O que não é permitido

Em vias, áreas e logradouros públicos não será autorizada a venda de bebidas alcoólicas e de produtos derivados do tabaco, nos termos da lei. Pelo decreto, fica vedada a permanência de um ou mais veículos em pátios de posto de combustíveis com o objetivo de fazer deste local ponto de comercialização.

Não serão autorizados pontos que estejam a uma distância mínima de 40 metros de outras feiras de alimentação ou turísticas promovidas pelo Município, ambulantes regularmente autorizados que comercializem congêneres ou de outros pontos de comércio gastronômico, exceto em situação de dias e horários diferenciados.

A coleta adequada e destinação final do lixo orgânico e inorgânico produzido pelas atividades dos food trucks e bikes ficará a cargo do proprietário autorizado do veículo, sendo vedado deixá-lo no ponto de estacionamento após o encerramento dos trabalhos.

Requisitos para veículos

Dentre os requisitos necessários, o veículo utilizado para Food Truck deverá possuir abastecimento próprio de água potável compatível com o volume de comercialização realizada; reservatório para acumulação de águas servidas compatível com o volume de água utilizada em bom estado de higiene e conservação; fonte própria de geração de energia; e extintor veicular conforme as normas de segurança.

Os custos com energia elétrica serão de responsabilidade do autorizado. A destinação final e adequada da água utilizada é de responsabilidade do autorizado, sendo vedado o descarte nas galerias de águas pluviais.

Já para os Food Bikes, os itens obrigatórios, conforme a Lei Federal nº 9.503, de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro, são: sinalização noturna refletiva, campainha ou buzina, e espelho retrovisor. Eles poderão estacionar em calçadas, canteiros, via de pedestres, faixa ou pista e não deverão ter dimensões maiores de dois metros quadrados, observados os preceitos da legislação vigente.

Fonte: bonde.com.br

Food trucks reaproveitam alimentos que seriam desperdiçados

O desperdício de alimentos é uma preocupação mundial e muitos países jogam fora toneladas de alimentos que poderiam servir muita gente. O desperdício inclui pessoas em casa, mas também restaurantes, supermercados, feirantes e outros pontos da cadeia da industria de alimentos. Além disso, a produção desses alimentos que acabam não sendo consumidos é também custosa para o meio ambiente, pois eles precisam de água e terra para produzir e a colheita emite grandes quantidades de gás carbônico. Dois food trucks tiveram a ideia de usar esses alimentos rejeitados para fazer comida de qualidade.

Food trucks reaproveitam alimentos que seriam desperdiçados

O primeiro deles é o Xepa Truck, organizado pelo Núcleo de Food Trucks da CDL de Florianópolis. Eles pegaram alimentos que seriam descartados por motivos estéticos por redes de supermercados e montaram um cardápio variado que incluía sucos, lanches, tapiocas e muito mais com preços variando entre R$3,00 e R$20,00. O Xepa Truck esteve em Florianópolis durante a Semana Lixo Zero, uma mobilização para a conscientização da sociedade para a importância do encaminhamento correto de resíduos.

Como os produtos usados para fazer os pratos foram doados por redes de supermercados como o Hippo, Angeloni e Ceasa, parte da arrecadação do Xepa Truck será direcionada para um fundo que visa beneficiar comunidades carentes.

Já o Feed Truck juntou o útil ao agradável e decidiu usar os alimentos que seriam desperdiçados para alimentar pessoas em situação de rua. Eles já distribuíram mais de duas mil refeições parar pessoas no Rio de Janeiro e reaproveitaram uma tonelada de comida, com receitas criadas por chefs conceituados no país. Veja o vídeo:

Fonte: Food Trucks do Brasil

Dicas de temperos pelo mundo afora

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Pra você que já viu nosso vídeo sobre as dicas de Temperos, anote agora a lista completa das dicas que selecionamos de Temperos, Ervas e Especiarias:

O segredo que diferencia os vários estilos de culinária, é novamente o bom uso das ervas e dos condimentos:

1) Comida italiana – são usados o manjericão, o orégano, a salsa, o alecrim, a noz-moscada, a pimenta calabresa, e a sálvia.
2) Comida indiana – é temperada com pimenta vermelha, coentro, noz-moscada, canela, gengibre, erva-doce, cravo-da-índia.
3) Comida espanhola – os mais usados são o açafrão, a páprica, a salsa e o cominho.
4) Comida francesa – os condimentos utilizados são, a salsa, o alecrim, o noz-moscada, tomilho e o açafrão.
5) Comida húngara – é famosa por fazer muito uso da páprica, do cominho e da pimenta branca.
6) Comida mexicana – usa pimenta malagueta, o orégano, o cominho e o coentro.
7) Comida grega – usa muito hortelã e canela.

E se você ainda não teve oportunidade de assistir, clique aqui e inscreva-se para receber novidades sobre os Food Trucks, dicas ou receitas que dará muito sabor em suas comidas!

TRICICLOS, OU FOOD TUKS: UMA ALTERNATIVA AOS FOOD TRUCKS

Os food trucks já tomam conta das grandes cidades do Brasil e estão cada vez mais ganhando espaço no interior. Esta tendência no consumo da alimentação está levando a muita gente a investir em food trucks. No entanto, afetados pela crise ou simplesmente não tendo um orçamento grande para grande para começar a empreender, novos empresários estão buscando novas alternativas. Uma delas, é o caso das food bikes como já comentamos aqui no site. A bicicleta apresenta uma série de vantagens com um formato de negócio bem flexível dentro das suas limitações. Este formato porém é atraente para empreendedores com um objetivo bem específico, que querem trabalhar sozinhos e que tenham muita disposição para levá-lo – literalmente.

Para quem acha que o caminhão é muito grande, mas a bicicleta é muito pequena, há ainda uma outra alternativa: os  triciclos, ou food tuks.

O que é um tuk?

O tuktuk (entre muitos outros nomes) são aqueles ‘carros / motos triciclos’ muito populares em países como Índia, Tailândia, Indonésia, um triciclo que fica no meio do caminho entre um carro e uma moto.

tuktuk-exemplo

Food tuk X Food truck

Apesar do formato ainda não ser muito comum no Brasil, o food tuk é uma alternativa  para levar em consideração se você estiver planejando em investir em um food truck mas tem um orçamento um pouco menor.

Por conta do seu tamanho reduzido, o triciclo apresenta uma economia que pode chegar até 75% em relação ao caminhão de comida. A Motocar (única fábrica de triciclos do país) em parceria com o Bob Iser (transformador de caminhões em food trucks), mostram as duas principais diferenças entre o food truck e o food tuk:

  • Dimensões:

O food truck, com quatro rodas é consideravelmente maior que os triciclos. Normalmente os caminhões tem 13,8 m² enquanto os triciclos tem apenas mais ou menos 1/3 disso com 3,5 m².

O tamanho é um fator positivo na flexibilidade na acomodação em eventos em lugares fechados (como é o caso das bicicletas). O triciclo geralmente tem a altura de 2 metros contra os 4 metros de um caminhão de comida. Além disso também pode ser usado em

“Os triciclos por serem menores, podem garantir a presença em qualquer espaço, seja em um evento interno ou externo. Além disso, o tamanho também impacta no custo de transformação, onde ganha vantagem na hora da aquisição”, comenta Bob Iser.

  • Investimento:

O tamanho reduzido tem grande impacto no bolso. O custo do veículo e o custo da transformação cai consideravelmente. Um food truck pode começar com um valor de R$ 110 mil, variando até R$ 225 mil para uma opção mais completa. Os food tuk por sua vez, começam com um investimento muito menor: de R$ 26 mil, chegando até R$ 50 mil na versão com mais recursos.

“O custo-benefício é um fator predominante em um momento de instabilidade econômica, seguindo isso, vemos que os investimentos acontecem nos veículos com menor custo, mas que podem alcançar a produção dos maiores, isso é um poder muito forte dos triciclos” conta Carlos Araújo, diretor comercial da Motocar.

Tipos de triciclo

Hoje em dia, há dois tipos de triciclo para atuar no ramo da alimentação. Um é o MCA-200 que tem carroceria aberta, e o MCF-200 com um baú fechado. Araújo comenta que os modelos de carga são mais procurados porque tem maior adaptação de equipamentos necessários para uma cozinha móvel, como sistema de refrigeração, gás, entre outros.

No Brasil, alguns empreendedores já optaram por esse tipo de formato:

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food tuk

Fonte: Food Trucks do Brasil

De food trucks a bufê de R$ 65, Salão vira passeio gastronômico

Visitantes elogiam maior variedade nas áreas de alimentação.
Salão do Automóvel de São Paulo vai até 20 de novembro.

Bufê livre custa R$ 65 por pessoa no Salão do Automóvel (Foto: Peter Fussy/G1)

Risoto de queijo brie com crisps de parma, hambúrguer de carne angus com cheddar e chutney de cebola roxa, milk shake de churros e mascarpone de maracujá para a sobremesa. Poderia ser um menu degustação de qualquer restaurante da moda, mas é o Salão do Automóvel de São Paulo.

Além de supermáquinas e lançamentos, a feira da indústria automotiva tem neste ano uma grande variedade de food trucks da linha “gourmet”, redes conhecidas de fast food, bufê de comida por quilo e até um restaurante com taças nas mesas e bufê livre a R$ 65 por pessoa.

Os preços acompanharam “gourmetização”, mas não foram um grande problema, segundo o gerente de negócios Jair Giazzi, de 42 anos. “Eu não estou acostumado a comer em food trucks assim, mas parece que é a média. Pelo sabor, valeu a pena”, afirmou depois de comer um hambúrguer.

Veja alguns preços de comida:
Bufê livre com salada, pratos quentes e suco – R$ 65
Bufê por quilo – R$ 59,90 (kg)
Picanha grelhada com arroz, batata e salada – R$ 46,90
Penne ao limone com lascas de salmão grelhado – R$ 36
Hamburguer Angus 160 g com bebida – R$ 35
Hot-dog prensado com batata e refrigerante: R$ 27
Batatas fritas com cheddar e bacon: R$ 20
Pizza individual de muçarela: R$ 20
Açaí: R$ 10
Pipoca pequena: R$ 8

Jair Giazzi e Leandro Giazzi aprovaram a praça com food trucks (Foto: Peter Fussy/G1)

Jair Giazzi e Leandro Giazzi aprovaram a praça com food trucks (Foto: Peter Fussy/G1)

A maioria dos food trucks e restaurantes se concentram no final do pavilhão, ou seja, do lado oposto à entrada, mas há pequenas praças de alimentação e carrinhos de bebidas, cerveja, sorvete e açaí espalhados pelo São Paulo Expo.

Para o advogado Davi Teixeira, de 49 anos, a qualidade e a variedade das comidas melhoraram muito em relação às duas últimas edições do Salão, em 2012 e 2014. “Agora tem também cerveja no meio do pavilhão. É quase perfeito: tem carros, mulheres bonitas e cerveja, só faltou o rock’n roll”, brincou.

Vale lembrar que, se o visitante beber, não poderá participar da maioria dos test-drives promovidos por algumas marcas do lado de fora do centro de exposições.

A maioria exige comprovação por meio de bafômetro, e não há tolerância: qualquer 0,1 de álcool impede a experiência.

Veja preços de bebidas:
Água – R$ 5
Refrigerante – R$ 6
Cerveja – R$ 10
Milk Shake – R$ 15

Depois de décadas no Anhembi, na zona norte de São Paulo, esta é a primeira edição do Salão do Automóvel que ocorre no São Paulo Expo, na zona sul. Nos primeiros dias, visitantes questionaram a eficiência do ar-condicionado e criticaram o acesso de carro por causa do trânsito. O evento recebe o público até 20 de novembro.

Praça de alimentação reúne food trucks e fast food (Foto: Peter Fussy/G1)

Praça de alimentação reúne food trucks e fast food (Foto: Peter Fussy/G1)

Fonte: globo.com

Fazendo A Fila Andar

Seu food truck está tendo um ótimo dia e uma fila está se formando, mas cuidado! Ninguém gosta de ficar muito tempo esperando e se a fila for grande mas não parecer se mover rapidamente, muitas pessoas podem desistir de comer no seu food truck e decidir gastar seu dinheiro no concorrente. Veja aqui algumas sugestões para fazer a fila andar.

Mantenha uma pessoa cuidando dos pedidos e do caixa, além de ser mais higiênico ter a pessoa manuseando o dinheiro não participar da preparação dos alimentos, essa pessoa será responsável por manter os pedidos em ordem enquanto quem estiver na cozinha pode se concentrar em cozinhar. Evite deixar as pessoas se amontoarem na frente do seu food truck desordenadamente, mantenha uma fila reta com uma ordem clara de chegada. Também é uma boa ideia anunciar quando a próxima pessoa será atendida, todos na fila tem uma sensação de que sua vez está chegando mais rápido e mantém as pessoas atentas.

Faça com que esperar não seja muito entediante, se puder coloque uma música para quem está aguardando ou até vídeos se for possível, você pode usar essas mídias para promover seu menu e suas próximas paradas também, pode ser uma boa chance de aumentar o interesse na sobremesa especial que você preparou para aquele dia. Outra boa ideia é distribuir meus no decorrer da fila ou até colocar cartazes promovendo seus pratos, assim quando chegar a vez do cliente pedir ele já terá escolhido o que quer, o que facilita o atendimento.

Outra boa distração e oportunidade de promover sua marca é ter cartazes por perto promovendo suas mídias sociais, seu aplicativo de celular, sugerindo que os clientes respondam uma enquete em seu site ou se cadastrem em sua mailing list. Hoje todo mundo usa celulares com internet e eles são uma ótima distração para fazer o tempo passar mais rápido.
Se as coisas estão meio empacadas por causa de algum problema técnico ou simplesmente o food truck está atolado de pedidos mesmo, pode ser uma boa ideia pedir que seu funcionário mais carismático e com mais calma vá até a fila e converse com seus clientes, responda perguntas, anote sugestões e tente acalmar os ânimos. Essa pessoa tem que ter boas habilidades diplomáticas e estar preparada para lidar com algumas críticas, mas se tiver jogo de cintura pode tornar um serviço de desastroso para delicioso.

Fonte: Food Trucks no Brasil

Superando os Desafios de se ter um Food Truck

desafios food truck

Ter um food truck é uma atividade cheia de imprevistos, se um empreendedor já tem que ter jogo de cintura para lidar com os mais diferentes tipos de problemas que aparecem em seu caminho, adicione a isso uma atividade que pede que você se mova por toda a cidade e mais uma gama de complicações podem surgir em sua vida. Quando um desses problemas aparecem, podem parecer uma tragédia sem solução, mas com um pouco de calma, esforço e criatividade é possível superar os inúmeros desafios de se ter um food truck. Aqui estão alguns passos que podem te ajudar a encontrar soluções.

Se dê um tempo para surtar

Simplesmente bloquear a descarga de emoções que ocorre quando você recebe uma notícia ruim não é uma boa opção, porque essas emoções podem voltar em momentos inoportunos. Se dê alguns minutos, ou dependendo da escala do problema, até algumas horas para se preocupar, se estressar, ficar chateado(a) ou o que quer que seja que você está sentindo. Contato que você não desconte sua raiva em outras pessoas, é natural se sentir chateado quando algo ruim acontece na sua vida.

Não é prático ficar se apegando a esses sentimentos por muito tempo, se um pneu do seu food truck estourou talvez você tenha um minuto para ficar bravo e depois tenha que partir para a solução rapidamente. Talvez seja um problema fiscal e a solução pode ser mais complicada e você precise de ajuda de outros profissionais para resolver. O importante é depois de seu momento de pânico, conseguir se acalmar para ver as coisas com mais calma. É nesse momento que você segue para o próximo passo.

Avaliar a situação

Hora de transformar o mal estar que sentiu quando confrontado com a situação desagradável em motivação para resolvê-la. Respire fundo e veja qual o impacto desse problema na sua empresa, você pode começar com essas perguntas:

  • Quanto isso irá me custar?
  • Existe alguma maneira criativa de evitar esse custo? (aprendendo você mesmo a concertar, por exemplo?)
  • Eu tenho esse dinheiro no momento?
  • É algo que o seguro pode cobrir?
  • Quão acessível está o dinheiro necessário?
  • Quanto tempo irá demorar para recuperar esse custo?
  • Existe algum outro custo atrelado a esse que eu ainda não percebi? (Como ficar um dia sem funcionar?)

Uma vez que você começar a responder essas perguntas e pensar nos múltiplos cenários que surgem desse questionamento, você pode também começar a pensar no próximo passo.

Encontre soluções a curto prazo

Como tempo é precioso em um negócio tão maleável quanto um food truck, o que você pode fazer para resolver esse problema o mais rápido possível? Pagar a multa com o dinheiro de uma reserva para emergências? Oferecer um desconto para os clientes desse festival que não atraiu tanta gente assim? Pedir ajuda de um amigo advogado com seus problemas fiscais?

Pense em várias alternativas para um mesmo problema, nem sempre a primeira ideia que você tem é a melhor solução e imaginar vários cenários pode te ajudar a chegar a uma conclusão inesperada.

Mas atenção, não é porque você precisa fazer algo rápido que você partir para gambiarras e improvisos, você tem que levar em consideração os impactos futuros de suas ações e é justamente isso que irá fazer a seguir.

Considere as consequências a longo prazo

Hora de pesar se sua solução a curto prazo não acaba atrapalhando mais no futuro, ou se depois de optar por uma ação você irá ter que recuperar o que perdeu. Por exemplo, se irá usar o dinheiro do fundo de emergência, tenha em mente como e quando irá repor esse dinheiro. Se trocou serviços com outros profissional para que ele te ajudasse com algo, quais os dias e o que irá gastar para prestar seu serviço em retorno. Quanto desse desconto que você pretende dar para os clientes desse festival vai impactar no seu lucro? Essa é a parte que exige mais sangue frio por parte do empreendedor, mas não pode ser ignorada ou os resultados podem ser desastrosos e um pequeno obstáculo pode virar um problemão.

Lide com o problema e previna-se

Consideradas todas as ramificações e exaustas todas as possíveis soluções é hora de escolher um caminho e lidar com a situação finalmente. Nem sempre vai ser perfeito, vai causar algumas dores de cabeça, mas isso faz parte da aventura que é ser um dono de food truck. E com o tempo você ficará cada vez melhor ao lidar com esses obstáculos. O importante é aprender uma lição com seus problemas e descobrir maneiras de evitar que eles se repitam.

Que tal planejar manutenções preventivas em seu veículo, ao invés de correr pro mecânico quando ele quebra? Cliente cancelou no último minuto? Na próxima vez você terá incluso no contrato um valor de entrada suficiente para cobrir seus custos com matéria prima e funcionários. Encontre aquela segunda fonte de energia caso seu gerador falhe e etc.

Obstáculos são apenas oportunidades de crescimento, como empresa, como empreendedor(a), como pessoa.

Fonte: Food Trucks no Brasil